segunda-feira, 25 de fevereiro de 2008

No seguimento do post de 6.ªfeira...

Cheguei a uma conclusão este fim-semana e depois de ler todos os comentários que deixaram no meu post acho que não sou a única que estou a sofrer de depressão sazonal.
Para quem não sabe ela existe mesmo e é muito característica por aparecer nesta altura do ano devido aos meses em "escuro" que já tivemos.
Eu já não é a primeira vez que sou atacada por ela e o homeopata onde andei muito tempo só me dizia uma coisa:
"Gabriela, apanha-me sol!"
Por isso é o que vou fazer e após um fim-semana chovoso o sol finalmente brilha e hoje já decidi vou começar a ir para o ginásio a pé para fazer render o sol.

Para quem desconhece a depressão sazonal aqui vai um texto que tirei da net:

"Depressão sazonal: a moral em baixo

O Inverno chegou e com ele os dias curtos e cinzentos. Para algumas pessoas é quanto basta para se sentirem mal humoradas, cansadas, deprimidas.

O Inverno chegou e com ele os dias curtos e cinzentos. Para algumas pessoas é quanto basta para se sentirem mal humoradas, cansadas, deprimidas.

Se é o seu caso, então talvez sofra de depressão sazonal. E só a luz poderá ajudar a levantar a moral.

A depressão sazonal não é uma modernice, nem sequer uma das chamadas doenças da civilização. É uma doença real, verdadeira, que associa os dias sombrios do Inverno a ideias ainda mais sombrias. E que só desaparece quando regressam os dias soalheiros e luminosos da Primavera.

É a luz, ou melhor a ausência de luz, que dita as oscilações de humor tão características da depressão sazonal.

Tal como o tempo vive de irregularidades no Inverno, também o relógio biológico dos indivíduos predispostos à depressão sazonal anda desregulado. O primeiro sinal dessa disfunção é uma necessidade quase obsessiva que o indivíduo sente de se refugiar no sono.

Dorme o mais que pode, mas ainda assim não descansa. Porque o sono, que se deseja reparador das vicissitudes do dia, é agitado, impedindo um acordar relaxado e com disposição de enfrentar mais uma jornada.

Pelo contrário, quanto toca o despertador, há vontade de tudo menos de saltar da cama. O indivíduo acorda cansado, resiste a levantar-se, acalenta o desejo de continuar entre lençóis, como que num abrigo à prova da realidade.

Mas quando levantar é uma obrigação, então o normal é que a sonolência acompanhe o indivíduo ao longo do dia, de mãos dadas com uma elevada irritabilidade.

Qualquer contrariedade, por mínima que seja, ganha uma importância desproporcionada, gerando stress, alimentando a tristeza, o desânimo, um sentimento de vazio que alterna com os nervos à flor da pele geralmente associados à depressão sazonal."

retirado do Dossier Sapo Saúde

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